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Sebastian VETTEL

QUANDO A MÁQUINA ‘AJUDA’ O TALENTO


Ele é o 32º campeão da F1 desde 1950. Ganhou quatro títulos em 2010/2011/2012/2013. Nascido em Heppenheim (Hesse), completará 34 anos no dia 3 de julho de 2021, quando deverá estar pilotando para a equipe equipe Aston Martin.


Sebastian Vettel começou sua carreira aos oito anos de idade, em 1995, no Kart. Já apoiado na época pela Red Bull, ele começou cedo a pendurar seus troféus (Mônaco Cup e Paris-Bercy em 2001, 6º no Campeonato Europeu da ICA em 2002), conquistas que lhe deram notoriedade.


Em 2003 trocou o Kart pelos monopostos, estreando na Fórmula BMW ADAC, onde terminou a temporada em segundo lugar. No ano seguinte, ele literalmente liquidou seus adversários, marcando 388 dos 400 pontos possíveis!


Era hora de subir para a F3Euroseries em 2005, terminando em 5º e melhor iniciante. Em 2006, ele correu para o título, mas terminou em segundo lugar atrás de Paul di Resta. Ele também participou do encontro de Misano no World Series pela Renault, onde, após a desqualificação de Maldonado, ele marcou uma pole e venceu as duas corridas.


Além da Red Bull, a BMW está apoiando sua carreira desde a estreia nos monoposto, e isso propiciou um teste em 2005 na BMW-Williams, (aos 18 anos) e 2006 na BMW-Sauber, ele foi promovido ao terceiro piloto do GP da Turquia (após a demissão de Villeneuve e a promoção de Kubica). Ele participou dos treinos de sexta-feira do Grande Prêmio, com elogios, principalmente pelos italianos, quando registrou o melhor no GP da Itália em Monza.

No início de 2007, ele combinava a F1 (como piloto da sexta-feira) e a World Series pela Renault (na Carlin Motorsport), mas a BMW Sauber exigiu sua presença na sexta-feira, andando na Austrália e Malásia.


Vettel correu na World Series, uma única temporada, e em Nurburgring. No entanto, o espetacular acidente de Robert Kubica em Montreal, fez com que a BMW o nomeasse seu substituto para Indianápolis. Sebastian tem a oportunidade de mostrar seu valor durante um fim de semana inteiro de um GP. Classificou em sétimo lugar e terminou em oitavo, apesar de um passeio fora da pista logo na primeira curva. Aos 19 anos, 11 meses e 14 dias, ele se tornou o piloto mais jovem da história a marcar um ponto na F1.


No final de julho, o piloto da Toro Rosso Scott Speed foi demitido e a Red Bull decidiu colocar seu protegido na sua equipe B. Vettel sentou no Toro Rosso no GP da Hungri e suas primeiras corridas na equipe foram bastante difíceis, pois ele não podia ultrapassar seu companheiro de equipe Liuzzi.


Mesmo assim, no GP do Japão, realizado no Monte Fuji, na chuva, ele surpreende e seu nome aparece pela primeira vez no topo da classificação. Na corrida, faz algumas voltas na liderança (as primeiras para a Toro Rosso) antes de cair para o terceiro lugar. Tudo estava favorável naquele dia, até Sebastian arruinará sua corrida de uma vez. Surpreendido por uma manobra do líder Lewis Hamilton, ele, sem querer, atingiu Mark Webber, que estava à sua frente. Fim de corrida para a jovem promessa.


Uma semana depois, na China, ele compensará o erro em outra corrida com chuva, onde evita armadilhas e leva seu monoposto para o quarto lugar, o melhor resultado equipe. Ele terminou o ano com seis pontos, ótimo para um iniciante.

Em 2008, ele disputará a primeira temporada completa na F-1, novamente com a Toro Rosso. Seu companheiro de equipe é quatro vezes vencedor da ChampCar, Sébastien Bourdais. O carro é o STR2 ligeiramente modificado, e ele não terminará nenhuma das quatro primeiras corridas. Mas a equipe preparava o novo STR3 que ‘lhe dá asas’. Foi quinto lugar na chuva em Mônaco na sua primeira corrida no Principado. No Canadá, faz um ponto em Hockenheim e já está na frente do companheiro na tabela de classificação. Com o carro melhorando a cada novo GP, é sexto em Valência, quinto em Spa-Francorchamps, e vence o GP da Itália Monza, após 22 corridas.












Vettel se tornará o mais jovem vencedor da história da categoria, aos 21 anos, dois meses e onze dias. O alemão terminará sua primeira temporada completa na Fórmula 1 em oitavo lugar na classificação geral, com 35 pontos.










Começa a temporada de 2009 na equipe principal, substituindo David Coulthard, que havia se aposentado. O Red Bull-Renault RB5 projetado por Adrian Newey é uma máquina de corrida perfeita, atrás apenas do Brawn-Mercedes de Button e Barrichello.

A partir da terceira corrida na China, Vettel corre como pólvora, dominando outro Grande Prêmio disputado sob chuva. Ele conquistou a pole e a vitória, a primeira da Red Bull, à frente do companheiro de equipe Mark Webber. Nas corridas seguintes, os Braw dominam o campeonato, com um carro que mais tarde seria contestado por possuir um difusor de forma irregular e quando os protestos chegaram já era tarde demais.


Seja como for, o Brawn GP é imbatível e Jenson Button ganha o campeonato mundial de Fórmula 1 em 2009, com seis vitórias, nas sete primeiras corridas, uma desistência e pontos nas demais nove provas.

Vettel fica com vice-campeão mundial, obtido às custas de Barrichello após uma última vitória no novo circuito de Abu Dhabi. Aos 22 anos, Vettel se tornou o mais jovem vice-campeão mundial da história. Considerado o novo Schumacher, daí seu apelido de "Baby Schumi", ele é o novo ídolo do público alemão.


Para melhorar ainda mais suas condições dentro do box, Vettel conta com total apoio do gerente, Christian Horner, e do chefão Helmut Marko, o homem de confiança de Dietrich Mateschitz, o patrocinador chefe da marca de bebidas energéticas.

Chega a temporada de 2010 e, o objetivo de Vettel é, obviamente, o primeiro título. O novo RB6 é ainda melhor que seu antecessor, ele aparece como o grande favorito. Mas, seu início de temporada é marcado por muitas ‘falhas’ no carro que comprometem a confiabilidade.


Restando seis corridas restantes para o final da temporada, Vettel está bem atrás dos líderes Lewis Hamilton e Mark Webber e seus fãs começam a descreve-lo como chorão, mas está na luta contra Webber e Alonso.


Antes da última corrida, a situação na classificação é a seguinte: Alonso tem 246 pontos, Webber 238, Vettel 231. Para ser campeão, Vettel precisa vencer e torcer para que Alonso não fique entre os quatro primeiros.

No sábado ele assinou a pole, enquanto Alonso foi o terceiro e Webber em quinto. Na corrida lidera sem problemas, com Alonso e a Ferrari cometendo o erro de segurar Webber. Como resultado, os dois param para troca de pneus no início da corrida e ficam presos no trânsito. No final, Alonso foi apenas o sétimo, enquanto Vettel cruzou a linha de chegada como vencedor. Aos 23 anos e quatro meses, ele se torna o mais jovem campeão da história.





Em 2011 Vettel é arrasador: onze vitórias, quinze poles positions, dezessete pódios, 739 voltas na liderança, 392 pontos marcados. Aos 24 anos, ele é o piloto mais jovem a conquistar duas coroas mundiais.








Para 2012, o objetivo é simples: ser o primeiro piloto a conquistar seus três primeiros títulos consecutivos.

Ao final dos três primeiros Grandes Prêmios, Vettel tem 28 pontos e é o quinto colocado no campeonato, contra 45 do líder do campeonato Hamilton. No meio da temporada, Vettel é o terceiro no campeonato com 122 pontos, enquanto Alonso, é o terceiro colocado, com 164 pontos. Restando sete corridas, Vettel está 39 pontos atrás de Alonso.Com três Grandes Prêmios restantes, Vettel está 13 pontos à frente de Alonso e 67 pontos à frente de Raikkonen. Faltando duas corridas, apenas Alonso e Vettel ainda estão na disputa pelo título, com uma vantagem de 10 pontos para Vettel.


No GP dos EUA Vettel assinou uma nova pole position. Na corrida terminou em segundo, atrás de Hamilton, mas à frente de Alonso. A Red Bull venceu o campeonato mundial de construtores pelo terceiro ano consecutivo.

O título de pilotos será disputado na última corrida do Brasil e Vettel faz a corrida para ser campeão. No retrospecto: cinco vitórias, dez pódios, seis poles positions, 281 pontos, e Vettel se torna o mais jovem tricampeão mundial, o primeiro piloto a conquistar seus três primeiros títulos consecutivos. Ele também é o único piloto, juntamente com Fangio e Schumacher, a ganhar pelo menos três títulos consecutivos.


E em 2013, quem irá detê-lo?

No início das etapas na Europa, Vettel liderava o campeonato com 77 pontos, à frente de Raikkonen, 67 pontos, Hamilton, 50 pontos e Alonso, 47 pontos. No meio da temporada, Vettel somava 157 pontos, à frente de Alonso, 123 pontos e Raikkonen, 116 pontos. No final, após 19 etapas, Vettel é campeão com 13 vitórias, um segundo, dois terceiros e um quarto lugar. O alemão só não terminou uma corrida, Inglaterra. Somou 397 pontos, contra 242 de Alonso (vice) e 199 do companheiro Mark Webber.


ESTATÍSTICAS: (2007 – 2020)


265 GPs

257 largadas

9 companheiros de equipe

15 temporadas

4 construtores/corridas

BMW 1

Toro Rosso 25

Red Bull 113

Ferrari 118

3 construtores de motores

18 carros

53 vitórias (20,62%)

57 poles positions (22,18%)

38 voltas mais rápidas (14,79%)

121 pódios (47,08%)

3.018 pontos

11,74 pts. / GP

215,57 pts./temporada

3.495 voltas na liderança

18 129 km na liderança

14.062 voltas em corrida

71 278 km de corrida




Em 20 de novembro de 2014 a Scuderia Ferrari anunciou a contratação de Vettel por três temporadas, substituindo Fernando Alonso, a partir de 2015. Sua primeira vitória pela nova equipe veio no Grande Prêmio da Malásia daquele ano. Com a vitória no Grande Prêmio de Singapura de 2015, alcançou sua 42ª conquista, superando Ayrton Senna.


No Grande Prêmio da Bélgica de 2018, Vettel superou Alain Prost com 51 vitórias, e no momento, é terceiro maior vencedor da história da categoria com 52 vitórias.


Em 12 de maio de 2020, a Ferrari confirmou através do site e nas redes sociais, que o tetracampeão mundial não renovaria seu contrato e que ele deixaria a equipe no fim da temporada 2020.


Em 10 de setembro de 2020, foi anunciado como o novo piloto da equipe Aston Martin a partir da temporada de 2021, substituindo Sergio Pérez.

Pesquisa: Paulo Torino

Fonte: StatsF1

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